terça-feira, agosto 18, 2015
Sabe o Mario?
quinta-feira, julho 16, 2015
MEU INVERNO ASTRAL
sexta-feira, julho 10, 2015
Sobre a Lama Asfáltica
sexta-feira, junho 12, 2015
AQUE(bra)NTADOS
quarta-feira, maio 27, 2015
Por que Olarte?
Há uma explicação cheia de nuances, detalhes, com um enredo beirando a um capítulo de romance (policial). Uma trama, arquitetada nos mínimos detalhes. Seria um golpe?
Não participei diretamente do período dessa escolha, quando cheguei à campanha, Olarte já era o humilde servo de Deus (ironia), escolhido e sob as ordens do comandante, como ele mesmo gostava de dizer enquanto balançava-se sobre os pés, num ato de imitação.
domingo, maio 24, 2015
ANTES SÓ
quinta-feira, maio 21, 2015
Avento
segunda-feira, maio 11, 2015
Embalança
O balanço
Embalança meu coração
Embalança
O balanço do meu coração
Avassaladora
Ela se esgueirou pelas cobertas
Descoberta
Fez se notar pelo calor
Da pele que ardia em brasa
Da boca com suas vontades
Louca
Quase avassaladora
Foi feliz, ali mesmo
Enquanto o pudor não surgia
E a cobria de vergonhas
Desavergonhada
Pediu mais
E novamente experimentou
Felicidade
Que se vê no fechar dos olhos
E se tem
N’alma que nunca se entrega
sexta-feira, janeiro 23, 2015
Os amores dos meus filhos
O nome do Pai e do Filho
quinta-feira, janeiro 24, 2013
Por tudo
terça-feira, outubro 02, 2012
11
segunda-feira, agosto 27, 2012
Para sempre
quarta-feira, abril 11, 2012
Em busca da luz
terça-feira, março 20, 2012
O ciclo

Ela tinha 30 e poucos, quer dizer trinta e alguns. Ok, ela tinha trinta e muitos e já se preparava para os 40. Sem traumas, neuras ou receios. Quer dizer, com exceção daqueles quilinhos a mais. Mas isto se resolveria quando voltasse pra academia, ou melhor, quando conseguisse tempo para voltar. Assunto futuro.
Há tempos estava sentindo falta de um aconchego, de um suspiro no pescoço, de umas mordidinhas nos dedos. Sentia necessidade daquele cheiro, daquele hálito, daquele gosto. E o telefone ali, ao seu lado. Tantas teclas com números. Se bem que aqueles números nunca deram sorte. Números de azar e nem tinha um treze neles. Mas eles estavam ali, ansiosos para ser tocados. Este, era assunto presente.
Pena que sua memória era tão boa quanto da sua mãe, que tinha a infeliz mania de se lembrar de todos os seus dias de sofrimento. Apesar de que com ela, a memória era seletiva. O sofrimento era quase um aperitivo. Ah, e como ela gostava de aperitivos. Ou não, não gostava? Bendita memória seletiva que fazia com que se lembrasse daqueles olhos azuis e cabelos negros caídos de lado. Um assunto passado.
E entre seus quase enta com os quilinhos a mais, o telefone e seus números brilhantes, os olhos azuis que reluziam na memória, o futuro, o presente e o passado misturavam-se. Então tomou a decisão: foi dançar e ver o dia raiar do alto, quem sabe assim a linha do tempo se alinharia e ela finalmente poderia curtir seu ciclo completo.
Paredes mortas

Pintei as paredes da sala
De cor de vida irradiante
As paredes da sala pulsaram
Até me matar, aos poucos
Comprei tinta nova
De cor de sorrisos
Revivi, as cores pulsaram
Até me matar, aos poucos
Rasguei o papel de parede
Colei novas estampas
Cor de amor apaixonado
As estampas pulsaram
Até me matar, aos poucos
Morri de novo e morri
E morri outra vez
Até viver, aos muitos
Hoje não vejo cores formas
Não sinto texturas ranhuras
Vivo, aos poucos, aos muitos
Até morrer, de vida
sexta-feira, janeiro 20, 2012
TERRA DE GENTE FORTE
EU SOU O FUTURO
TERRA DE GENTE FORTE
LAR DE GUERREIROS
DE SUL-MATO-GROSSENSES
BRASILEIROS...
EU SOU O ALVORECER
A CONQUISTA DE CADA DIA
O SONHO, A REALIDADE...
A MAIS PURA MELODIA
SOU O MATO, A RAÍZ, O CAULE
A DELICADA FLOR
FEITO DA MESMA ALMA
CULTIVADO COM O MESMO AMOR
DE TRABALHO
DE DESENVOLVIMENTO...
SOU PLENO, FORTE,
EM CONSTANTE MOVIMENTO...
MINHA HISTÓRIA AINDA É JOVEM
MAS SOU GRANDE TAL QUAL MEU POVO
COM A PUJANÇA E GRANDEZA
DE FERTILIDADES MIL
SOU O ORGULHO E A CERTEZA
DO FUTURO DO BRASIL
sexta-feira, outubro 28, 2011
Adiante

Despeço-me dos amigos, dos vizinhos e dos amores.
Dou adeus aos estranhos, até logo aos que conheço.
Parto uma partida lenta, sofrida.
Lamentando a ausência, chorando a ida.
Sem retornos certos, a melancolia é companhia constante.
Meus erros ficaram marcados.
Os acertos, levo comigo, numa bagagem parca.
Calçada com o desespero não vejo o fim do caminho.
Apenas vou adiante.
terça-feira, maio 03, 2011
Meu egoísmo

Deixei de lado as ilusões e voei o mais alto que pude.
Não consegui alcançar, mas descobri um novo mundo.
Voltei fortalecida, querendo dançar, beber, ser eu mesma.
Agora o sentimento está solto, liberto, pronto para o próximo.
O corpo não corresponde, mas a alma clama.
E eu quero mais, muito mais.
A liberdade tem seu preço.
Já fiz meu pagamento.
Agora espero o troco, o embrulho e vou embora.
Não é como uma música, mas tem seu ritmo.
Uma melodia sem acordes, que silencia meu ego.
Nada como o próximo gole. Melhor seria não mais voltar.
Nada como a próxima viagem. Melhor seria continuar eternamente.
Estou mais distante que nunca. Chego a agradecer.
Não tenho culpa, deixei tudo para trás.
É uma pena. Minha emoção cessou.
Ser egoísta às vezes é bom. Quase sempre. Estou feliz.











